Livros de cinema em PDF para quem quer entender como um filme é feito. São 31 títulos grátis, sem cadastro, da história do cinema à prática do set.
Aqui a crítica de Paulo Emílio Salles Gomes e de Rubem Biáfora divide espaço com manuais universitários de roteiro. Cineastas como Jorge Furtado, Ana Carolina e Carlos Reichenbach contam sua trajetória em primeira pessoa.
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Panorama
Livros de História do Cinema
A história do cinema em pouco mais de um século, do cinematógrafo à era digital. Estes títulos dão o panorama que todo curso de cinema começa cobrando.
Percorre a história do cinema desde a primeira sessão pública dos irmãos Lumière, em 1895, até a produção contemporânea. Organiza os grandes períodos e movimentos em capítulos ilustrados, com linguagem acessível para quem está começando a estudar a sétima arte.
Reconstrói a passagem do suporte fotoquímico para o digital e mostra como essa virada barateou equipamentos, ampliou o acesso à produção e redesenhou a distribuição de filmes. Combina história técnica, dados de mercado e análise econômica do audiovisual.
Dicionário biográfico com centenas de verbetes sobre atores e atrizes que construíram a história do cinema nacional, das chanchadas aos dias atuais. Reúne filmografias, datas e trajetórias num único volume de consulta.
Por que um plano sequência emociona e um corte seco assusta? Aqui estão os livros de teoria do cinema, a análise de gêneros cinematográficos e a crítica que formou gerações de espectadores.
Coletânea que parte de uma premissa simples: os próprios cineastas produzem teoria quando escrevem sobre o ofício. Reúne ensaios que reexaminam conceitos clássicos a partir dos textos e declarações de diretores.
Aproxima o pensamento da Escola de Frankfurt da análise de filmes, discutindo indústria cultural, formação e emancipação. Reúne estudos que aplicam categorias da teoria crítica a obras concretas.
Manual que define o que é um gênero cinematográfico e percorre os principais: ação, comédia, drama, fantástico, ficção científica, film noir, musical, terror, thriller e western. Trata ainda da animação e do cinema experimental.
Investiga por que o público procura deliberadamente sentir medo diante das telas. Cruza teorias das emoções cinemáticas com pesquisa de recepção para explicar o prazer paradoxal do cinema de horror.
Reexamina a obra de Paulo Emílio Salles Gomes, o crítico que deu forma ao pensamento sobre cinema no país e cunhou a ideia do subdesenvolvimento como chave de leitura. Reúne ensaios sobre seus conceitos e sua atuação como historiador.
Seleção de textos de um dos críticos mais combativos da imprensa brasileira, conhecido pelo julgamento severo e pela defesa intransigente do rigor estético. Mostra como se escrevia crítica de cinema nos jornais diários.
Reúne décadas de crítica de um dos nomes de maior fôlego da imprensa cultural, com textos sobre filmes brasileiros e estrangeiros. As mais de setecentas páginas funcionam como um panorama do gosto cinematográfico ao longo do tempo.
Antologia de crítica cinematográfica que privilegia o texto de autor, aquele em que a escrita sobre o filme é também exercício de estilo. Útil para quem quer aprender a analisar e escrever sobre cinema.
Discute o cinema como experiência formativa, articulando teoria do imaginário e filosofia da educação. Analisa de que modo as imagens em movimento moldam a percepção e a construção de sentido.
Todo filme começa numa página em branco. Manuais de roteiro de acesso aberto e roteiros completos de filmes brasileiros, para ler como quem estuda uma partitura.
Manual de escrita de roteiro que separa a técnica do processo criativo. Trata de formatação, sinopse, nota de intenções e construção de personagem, e depois avança para ideia, estilo, tema e intertextualidade.
Roteiro completo de uma comédia romântica publicado na íntegra, acompanhado de fotos de bastidores e da ficha técnica do filme. Serve como modelo concreto de formatação e ritmo para quem escreve.
Roteiro integral de um longa-metragem de drama urbano, publicado com depoimentos da equipe sobre o processo de escrita. Mostra como uma pesquisa de fatos reais se converte em estrutura dramática.
Roteiro completo de uma comédia publicado com material de produção do filme. Permite acompanhar como o texto escrito se organiza em cenas, diálogos e rubricas antes de chegar às filmagens.
Roteiro de um filme que cruza o presente com documentos do período escravista para discutir filantropia e desigualdade. Bom exemplo de estrutura narrativa não linear e de uso de fontes históricas na escrita.
A parte que acontece no set: direção, linguagem audiovisual e a logística de fazer um filme existir. Manuais didáticos e pesquisa sobre como a imagem constrói sentido.
Introduz os fundamentos da produção audiovisual combinando arte, técnica e linguagem. Material didático ilustrado que apresenta os elementos básicos da imagem em movimento a quem nunca trabalhou com vídeo.
Caderno pedagógico dividido em duas unidades: a história da imagem em movimento e os fundamentos para ler e decifrar imagens cinematográficas. Traz atividades práticas e orientações metodológicas para uso em sala de aula.
Reúne depoimentos de profissionais que atuam fora dos holofotes: montagem, direção de arte, som, fotografia e produção. Mostra como cada função técnica decide o resultado final de um filme.
Estuda como as decisões de realização produzem emoção mensurável no espectador, usando análise de expressão facial. Liga escolhas de direção e montagem a efeitos concretos de recepção.
Do Cinema Novo à retomada, contado por quem estava lá. Biografias de cineastas brasileiros, cinema negro e a memória de uma indústria que nunca parou de recomeçar.
Percorre a obra de um dos diretores mais inventivos do país, do curta-metragem premiado à ficção televisiva. Reúne análises de seus filmes e reflexões sobre humor, montagem e narrativa curta.
Depoimento em primeira pessoa de uma diretora que marcou o cinema autoral nacional com uma obra provocadora e feminista. Reconstrói sua formação, seus documentários e a trilogia de ficção que a consagrou.
Trajetória de um diretor formado na Boca do Lixo paulistana que transitou entre o cinema popular e o autoral. Traz sua visão sobre produção independente, censura e o ofício de filmar com poucos recursos.
Memórias de um roteirista e diretor ligado ao Cinema Novo e à política cultural do audiovisual. Cobre décadas de produção nacional a partir de quem esteve dentro dela.
Relato de um produtor e diretor que atravessou o Cinema Novo, a crise dos anos oitenta e a retomada. Documenta os bastidores econômicos de produzir filmes no país.
Reúne estudos sobre a produção audiovisual negra e sobre como o cinema representa, apaga ou reconstrói identidades raciais. Discute protagonismo, autoria e políticas de inclusão nas telas.
Articula a produção cinematográfica africana e da diáspora com o pensamento antirracista, tomando a obra de um dos principais antropólogos do tema como eixo. Volume extenso, com ensaios de diversos pesquisadores.
Aborda o cinema negro no cruzamento entre educação, arte e antropologia, tratando a tela como espaço de formação e de disputa simbólica. Reúne trabalhos apresentados em mostra dedicada ao tema.
O que acontece quando um livro vira filme, e o que se perde no caminho. Dois estudos sobre adaptação literária, tradução intersemiótica e narrativa comparada.
Coletânea de ensaios sobre adaptação e sobre o diálogo entre narrativa literária e narrativa fílmica. Percorre obras de diferentes tradições e discute o que se ganha e o que se perde na passagem do texto à tela.
Fabiana Carelli, Fátima Bueno e Maria Zilda da Cunha (orgs.)
Trata a adaptação como forma de tradução entre linguagens, mobilizando as noções de hipertextualidade e reciclagem para analisar a passagem da obra literária ao filme.